Anedota

O pastor anuncia "DIA DE MILAGRES". Todos estão convidados: surdos, mudos, cegos, fanhosos e aleijados.

Durante a sessão de Milagres o Pastor grita:
-Hoje quem é cego vai ver, quem é aleijado vai andar e quem é mudo vai falar.

O Pastor grita novamente:
-Aleijado levante-se! Fanhosos fale!

-O fanhoso fala:

-O AEJADO AIU!!!!!!!!!!!!!

Fragmentos


Logo de manhazinha em quanto eu lhe tirava o pijama:

- Mãe! Hoje vem o pai!
- Vem filho! O pai vem hoje só para te ver e estar contigo!
- E o pai tal traz enda!
- Ahhhh O pai Natal...vêm em renas, sim!
- Pendas pó touzé!
- Ahhhh...prendas....sim. Mas não é hoje e só te as dá se te portares bem!
- O pai tallllll!

Foi iogurte!


Geralmente os iogurtes que trago para o trabalho são líquidos.

Mas ultimamente resolvi variar para os dentes terem algo que trincar (perceberam?) e resolvi trazer daqueles que se comem à colherada.

Pois é....aquilo vem em pack de 4, todos coladinhos, e só tem que se partir e ir tirando à medida que se vão comendo.

Ontem...fui buscar o primeiro dos 4 e aquilo não se partiu de imediato como é costume...

Eu, que sou a gentileza em pessoa e posso acrescentar que tenho quantidades enormes de paciência e compreensão, que em dias de altas temperaturas entram em alta ebulição de tal maneira que transbordam como água fervida de dentro de uma panela (isto foi só para vos distrair), dei logo um safanão no pack...

Resultado... um dos pacotes cedeu mas rasgou-se e salpicou-me na zona dos peitorais e cara. Limpei-me o melhor que pude, com um lencito de papel, mas tive que ir ao wc para limpar o resto.

A caminho passei por alguns colegas, do sexo masculino, que me sorriam por ainda estar com alguns respingos na cara e camisola...

Eu gritava: FOI IOGURTE!

Tábua, ferro e TV



Quem já me conhece e lê há algum tempo sabe que eu tenho um prazer em lavar coisas...quero dizer...ter tudo lavadinho...quem lava é a máquina!

O que, talvez, não sabem é que para ter tudo lavadinho o passo seguinte é ter tudo passadinho para depois ter tudo arrumadinho nas respectivas gavetas.

E se há "trabalho de casa" que eu não gosto de fazer é passar a ferro. Por essa razão, quando estou a passar a ferro faço uma rotação à tv, virando-a para o sitio onde passo a ferro (era escusado dizer isto, eu sei, mas quis só clarificar que não viro a tv ao contrário...ou seja para a parede).

Fico então de tábua à frente (atrás era complicado porque os meus bracinhos são curtos para tamanha articulação), ferro na mão (convém, uma vez que com o nariz não o conseguiria mexer...hummm...e vai na volta com uma certa persistência ainda era capaz de dar um empurrãozito) e tv virada para mim...com alguma distância pelo meio.

Claro que a uma certa distância, e tendo que fazer o movimento de cabeça para a roupa e depois para o ecrã (e digo de cabeça porque por uma razão qualquer não consigo só mexer os olhos...pronto não sou perfeita mas disso já vocês desconfiavam alguns tinham até certeza) e vice-versa, tenho que pôr óculos para conseguir ler as legendas. Isto porque a tv passa coisas estrangeiras e uma pessoa para ter atenção a tudo o que é imagem em movimento (se estivesse parada já o caso mudava de figura) não consegue ouvir exactamente todos os sons que de lá saem (lá está um rastreio à audição...era desejável)...

O único problema é que o meu ferro é a vapor!
.

Deve ser Cera nos ouvidos

(continuação do post anterior)

A semana passada telefona-me um senhor (estou a chamar-lhes senhores e senhoras só para não dizer que são uns filhos da p*t* que andam de certeza a enrolar pessoas mais idosas que se deixam ir...) a perguntar-me se eu confirmava a minha presença no rastreio cárdio não sei o quê...

Primeiro olhei para o visor do telefone, verifiquei o numero (indicativo 22) e respondi: O quê acha que eu vou para o Porto amanhã fazer um rastreio?
Ele começou a ficar agressivo: Este número de telefone é do Porto porque é a sede da nossa empresa. O rastreio será feito perto do tribunal!
Eu. Qual tribunal?
Ele. Do Tribunal do ****
Eu:O tribunal está em obras, sr. Os funcionários trabalham em contentores...quer que eu vá fazer rastreio ao meu cárdio motor num contentor? Aquilo não tem que se correr em cima de passadeiras com fios ligados na cabeça?
Ele: Não é nas instalações do tribunal é perto, no ***
Eu: Eu tenho andado com picadas nos dedos da mão esquerda...acha que tem a ver algum coisa com o meu cardio ou com o meu vascular?
Ele: Ó minha senhora...é por isso que estamos a fazer o rastreio!
Eu: É por isso?
Ele: É sim.
Eu:Vocês já sabiam?
Ele: Desculpe?
Eu: Como é que vocês sabiam que eu andava com picadas nos dedos?
Ele: Não sabíamos...
Eu. Mas você acabou de dizer que era por causa da minha picada...
Ele: não minha senhora eu não disse isso...
Eu: Ai, quer ver que agora eu ando a ouvir mal?
Ele: O que eu disse foi...
Eu: Também têm rastreios para ouvidos? Ando com demasiada cera se calhar é por isso que...
Ele: Tut Tut Tut (desligou)
Eu. :)...Tungas!!!!

Está bem o camandro!!!


Acerca de um mês ou dois telefonaram-me para casa e apresentaram-se como sendo de um centro clínico que fazia rastreio cardio/vascular (ou coisa assim parecida).
No primeiro telefonema enganaram-me.
Perguntaram-me se eu confirmava a minha presença em determinado a data eu respondi que não sabia o que é que a senhora estava a falar e ela retribuiu-me com um" nós mandámos um postal com toda essa informação para a sua casa"

Eu indignada: Não recebi nada!
Ela: então vamos mandar outro e depois marcamos!
Eu: Está bem!

Está bem o camandro!!!

Quando comecei a pensar melhor no que tinha acabado de acontecer apercebi-me que tinha sido enrolada...
Consulta, rastreios, ou seja lá o que for, só se e quando eu solicitar!

Passado, tipo, duas horas telefona outra mulher com a mesma conversa.
Disse-lhe logo: Não estou interessada!
Ela: Mas porque é que não está interessada?
Eu: Não tenho que me justificar!
Ela: Mas vamos fazer um restreio...
Eu: Q U A L foi a PARTE do "Não estou interessada que não percebeu?"
Ela:(...) e desligou-me o telefone.

(continua)

Dentro de nós



Devíamos poder conseguir congelar alguns instantes no tempo.
Aqueles em que por um segundo o que vemos nos satisfaz plenamente,
aqueles que por uma fracção de segundo nos fazem sentir que mereceu a pena tudo o que passámos para chegar ali,
aqueles que nos fazem pensar que nem sequer um receptor audio e/ou visual chegaria para captar tamanha imensidão...

...porque está tudo dentro de nós,
porque foi o que sentimos,
porque foi o que passou com a rapidez de um nano instante..
...e que mais tarde se desvanece nos recônditos da memória...

...até um dia...

...até um dia em que já não nos lembramos do nosso próprio nome mas podemos subitamente lembrar-nos daquele instante sem reconhecermos as pessoas que fazem parte dele!

Benfica - Sporting

*Recebi isto por email e não resisti em publicar!!!*

Estava o Jorge Jesus, antes de um jogo com o Sporting, a falar
com os jogadores nos balneários:
- "Eu sei que é uma chatice, mas temos que jogar contra eles...
Faz
parte do calendário, o que é que querem?

O luisão responde:
-"Mas, oh mister, é preciso irmos todos?"
Então, o Di Maria levanta-se e diz:
-"Não é preciso! Eu vou jogar sozinho contra eles.
Vocês podem ir descansar."

E Jorge Jesus lá concordou:
- "Ok, Di Maria. Então vai lá dar cabo deles."
O Jorge Jesus e os restantes jogadores foram até
um café ali ao lado do estádio e começaram a jogar snooker.
Estavam eles entretidos até que um se lembra de ir ver o
resultado do jogo ao intervalo.
O marcador assinalava: Benfica 1 (Di Maria aos 10m)-Sporting 0.
Voltou à mesa de snooker e contou como estava o jogo.
Passada uma hora, decidem ir todos ver o resultado final:
Benfica 1 (Di Maria aos 10m)-Sporting 1 (Liedson aos 89m).
Ficaram surpresos e Jorge Jesus dirigiu-se ao balneário onde
estava o Di Maria com as mãos na cabeça e muito chateado.
- "Então Di Maria, o que é que aconteceu? ", perguntou J. Jesus.
- "O cabrão do árbitro expulsou-me aos 11 minutos ..."

Operação delicada!


Hoje decidi transladar cactos.

Tenho 3 cactos pequenos. Únicos sobreviventes à minha veia de jardineira.

Os cactos estavam juntos num único vazo rectangular mas como achei que um deles estava a ocupar espaço dos outros e portanto a precisar de espaço... decidi dar a cada um deles o seu espaço para se desenvolverem mais per si.

Fiz tudo com o devido equipamento, até pus luvas (de pano fino) mas não me livrei , mesmo assim, das picadelas e entre "ui, ai e caraças que esta porra não pára de picar e está tudo espantalhado no chão não tarda!"... lá conseguiu levar a cabo esta operação delicada.