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Livros da minha vida


Estou à coca sim, Alexodis por isso cá vai :p

Os livros que guardo na memória e logo que tiveram alguma importância na minha vida, quiça na minha maneira de pensar, foram os seguintes:

- Livro aos quadradinhos: A mónica, o cascão, o cebolinha, o tio patinhas, o pato Donald, a Minie, o Mickey, o pateta, o Pluto, a winie, os sobrinhos entre outros introduziram-me no mundo da leitura, dos sons escritos, da distinção entre um pensamento e uma fala, da atenção aos movimentos desenhados e das...grunhidelas!

- Os Maias, de Eça de queiroz. Foi o primeiro livro grosso que li de uma ponta a outra com muito gosto e entusiasmo. Os dois irmãos que truca truca...tragédia bem a gosto do Eça. Li mais tarde todos os outros que ele publicou e...era mais do mesmo só variava nos nomes das personagens. Eu acho que ele se excitava com certas prevericações!

- Agatha Christie. Ena pá o que aquela mulher se fartou de envenenar e às vezes uma facadita. Foi com ela que me iniciei e fiquei viciada nos romances policiais. Claro que a destacar as minhas duas personagens favoritas: Hercule poirot, homem com cabeça de ovo e Miss Marple, mulher idosa e reumática. A Acrescentar que quando se lêem 80 romances dela, ali perto dos 10 já começa a ser fácil de advinhar quem é o bandido...ainda hoje este tipo de "dedução" serve para eu detectar num filme quem é o mau da história.

- 1984, (Nineteen Eighty-Four) é o título de um romance escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudónimo de George Orwell. Epá...não acho assim tão parecido com o Big brother uma vez que para além das câmaras nada mais tinha em comum. Ainda se comunicavam com tubos de ar e segundo me lembro a personagem principal era um bocadinho apagadito. É como diz o outro "quem tem cú..." e digamos que o homem de vez em quando sentava-se!!!

- José Rodrigo dos Santos/ Dan Brown.
O primeiro marcou-me pela negativa. A "filha do Capitão" é demasiado descritvo a história não é apelativa por causa do final. Embora o sr. até tenha posto um final real mas o que os romances têm de bom é que podem ser romanceados.
O segundo marcou-me pela positiva. Também igualmente descritivo mas com a acção sempre a decorrer. Eu gosto de acção...e de romance...e de truca truca...o que me leva à autora seguinte!

- Amanda Quick. Erostismo e aventura é com esta senhora que gosta de personagens femininas ruivas extrovertidas e depersonagens masculinos musculosos introvertidos e possantes e depois...truca truca!

- Bernardo Cornwell é, actualmente, um dos melhores escritores de todos os tempos. Baseado em lendas da Inglaterra ou sobre Ingleses conta histórias ficticias de emocionantes aventuras. Tem uma perdilecção por personagens que sendo homens normais fazem actos heóicos quase por acidente.

- Juliet Mariiliener/Robert Ludlum. São bons para se ler com um intervalo de 6 meses a um ano.

- Filipe Faria. Numa mistura de JRR Tolkien e de Bernard Cornwell foi a melhor revelação contemporanea no nosso país! Pena que os livros sejam sempre a continuação uns dos outros porque assim temos que esperar pacientemente pelo próximo.

Janson Directive - Robert Ludlum

Dois colegas Americanos encontram-se em Londres. Paul Janson visita Cooper que vive há alguns anos na Alemanha.

'Let's go shopping,'
Janson said, standing up.
(...)
'Clothes shoping. Fancy stuff. Top of the line.'
'Oh,' said Cooper, disappointed. 'Well, there's a place I never go, but I know it's real expensive. (...)'
'Excelente,' Janson said. 'Why don't you come along? I might need a translator.' (...)
'Happy to,' Cooper said
(...)
'If I may say, the fit is excelent,' the salesman said. (...) 'and the fabric is superb on you. It's a beautiful suit. Very elegant. Dashing yet understated.' Like many Dutch, he spoke English with only a trace of an accent.
Janson turned to Cooper. His bloodshot, unfocused eyes suggested that his mental fog had not enterily dispersed. 'he's saying he things itlooks good on you,' Cooper said
'When they're talking in English, Cooper,you actually don't need to translate,' Janson said
in Janson Directive, Robert Ludlum
E, quando li isto, eu perdi-me a rir num comboio cheio de pessoas sérias.